julho 27, 2007
Que Tons - Semitons?!
Nunca é tarde para entender os símbolos que outrora imprimi no mundo, mas sinto que - de certa forma - já é tardio colocá-los em prática.
Alguns semitons estão desafinados, e as cores, por mais fortes que sejam, estão se desbotando.
É uma arte manter esta chama acesa, e por mais desejo que a alma sinta, esta lacuna já não cabe num compasso.
Cada verdade é como um grito estridente em meio ao vão, são fragmentos de um abismo eloqüente.
Cada vez, sinto endurecer, mais e mais, este músculo que bate, e de súbito, perco os movimentos, a fala o ar.
Já não posso mais querer nada além de querer esquecer este dilúvio em mim.
Continua??
Não.
Apenas aguarda o momento de acabar.
julho 20, 2007
Esquizofrenia.
DAN: Since when?
ALICE: Now. Just now. I don't want to lie. Can't tell the truth, so it's over.
DAN: It doesn't matter. I love you. None of it matters.
ALICE: Too late. I don't love you anymore. Goodbye." (Closer)
Este deveria ser o diálogo da minha vida. Mas não é.
Uma pessoa que propõe que, determinada pessoa deixe sua vida, não pode de modo algum voltar atrás. Uma pessoa forte, diria.
Eu amo, amo muito, com todas as forças, e de todas as formas. Mas por favor, o orgulho ainda é meu melhor amigo.
Está difícil de acreditar, quanto tudo parece ser igual a antes. E neste filme eu já sei o final.
Neste assunto, sou surda e muda. Quero VER como você me prova.
E lembre-se, quando eu digo que é para sempre, realmente é.
julho 15, 2007
.amar sem querer - querer alguém para amar.
Amei sem ser amada ou, amada fui e não amei.
Já sentiu desmedido arrependimento por coisas feitas sem pensar?
Ele me atinge agora.
Poderia eu, ter conhecido a unidade, mas não permiti que isso acontecesse.
Medo.
julho 11, 2007
Sweet love o´mine

Faz tempo que não me sinto assim; querendo não evitar um sentimento, esperando viver o 'querer' que despertaram em mim.
Continua sendo uma busca, com medo de cada passo que virá, cada momento traz sempre consigo a armadura da dúvida e a fraqueza do passado.
Eu preciso do orgulho, mas cada vez em doses menores, sonhos melhores.
Agora eu sei o caminho, aonde não se deve seguir, como agir.
E cada vez que - de súbito - minha mente fraqueja e pensa em ti, já não tento mais evitar.
Venha, e fique o tempo que puder.
Preciso de você para completar a lacuna que falta em busca da felicidade.
julho 10, 2007
Não posso dizer

"Não posso dizer que te amo
Mas penso em você sempre
Não posso dizer que te amo
Mas te quero sempre bem
Não posso dizer que te amo
Mas faria qualquer coisa por você
Não posso dizer que te amo
Porque não sei o que é o amor
Mas afinal o que é essa dor?
Que me deixa sem saber o que dizer?
Não posso dizer que te amo
Mas espero um dia poder
Com a maior certeza do mundo
Pra finalmente me convencer
De que você sempre foi tudo
E que eu sempre amei você."
Poema de R. Guerra Cruz.
Não posso dizer que fiz certo, mas não quero mais errar.
junho 18, 2007
May your smile, Shine on...
Cansei de lutar em vão por coisas que não eram verdadeiras, por desejos caprichosos e sentimentos duros.
Cansei de errar por não querer errar, esconder por ter medo, e finjir desejos.
Eu preciso, mais do que nunca: recuperar o que é meu, amar sem receios, e sentir o que é belo.
Percebi que eu estava dando muito valor à pessoas e coisas erradas, e por fatos cotidianos e passados eu estava endurecendo meu coração e minha vida, deixando passar coisas essenciais.
Percebi que tenho que lutar por muita coisa ainda, e principalmente para resgatar pessoas, e mantê-las perto de mim. Porque são elas que realmente fazem a diferença na minha vida.
"Há um jeito de ser bom de novo"
junho 12, 2007
Dos ficantes aos namoridos
(texto de Martha Medeiros - O Globo - 10/junho/2007)
Se você é deste século, já sabe que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno.
Uma é a tribo dos ficantes. O ficante é o cara que te namora por duas horas numa festa, se não tiver se inscrito no campeonato “Quem pega mais numa única noite”, quando então ele será seu ficante por bem menos tempo — dois minutos — e irá à procura de outra para bater o próprio recorde. É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... Esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia.
Pegar sete caras. Pegar nove “mina”. A gente está falando de quê, de catadores de lixo? Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegueeuse, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos.
Pegar, cá pra nós, é um verbo meio cafajeste. Em vez de pegar, poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes esse “não estou nem aí” é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.
No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando nisso, a segunda tribo a que me referia é a dos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico.
Em tese, ele vale mais do que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada — namoridos não foram escolhidos para serem parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava. Pois então. A idéia é boa e prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapo é alta, não se evita o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a melhor que há.
Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua casa e tem rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, e esse pouco ganha a importância de uma celebração.
Namoro é quando não se tem certeza absoluta de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor. Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses são comemorados, a vontade de surpreender não cessa — e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para um fim de semana juntos vira o céu na Terra: nunca uma sexta-feira nasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.
Namoro é como o disco “Sgt. Peppers”, dos Beatles: parece antigo e, no entanto, não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre. É ele quem encerra esta crônica, dando-nos uma ordem para a vida: “Cumpra sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante.”
junho 11, 2007
.....Imagine.....
É tanto silêncio, poucas palavras.
Muita dor, imenso nó na garganta.
Totalmente desacreditada no 'bicho humano'.
Imagine que não existe céuÉ fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
E acima apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje
Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada para matar ou por morrer
E nenhuma religião
Imagine todas as pessoas
Vivendo em paz
Talvez você diga que eu sou um sonhador
Mas não sou o único
Desejo que um dia você se junte a nós
E o mundo, então, será como um só
Imagine não existir posses
Surpreenderia-me se você conseguisse
Sem necessidades e fome
Uma irmandade humana
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo
John Lennon (Imagine)
junho 09, 2007
Whisper words of wisdom, let it be.
Eu vivi em uma bela mentira, durante aproximadamente 5 anos, acreditando que no final eu seria - enfim - feliz.
Mas o amor tem destas, e eu o matei - por legítima defesa, por mais incrível que possa parecer, dia após dia venho assassinando sentimentos - meus e alheios.
Encontrei diversas pessoas, fantásticas e perfeitas, e continuei direcionando todo meu discutível amor, para um ser estúpido e mentiroso.
O que mais me doeu, foi entender que o que sempre prevaleceu foi um sentimento platônico, exército de um homem [mulher] só.
Monte seu mastro, erga sua flâmula, musique seu brado e redija algo interessante, ou se lhe faltarem palavras quando se perceber, apenas escute atrás da porta - ou enfim desista.
Dói, e não vai cessar.
Não importa o quanto demore, agora vai ser do meu jeito.
Deixa estar.
"Não importa se só tocam o primeiro acorde da canção, a gente escreve o resto em linhas tortas..."
junho 08, 2007
G8
Ficam elocubrando e nada de concreto acontece a não ser para eles. É uma forma de continuar no domínio do mundo.
Não fique parado, mas também não faça movimentos alienados por ai!
Seja sensato!
Mistérios da Consciência.
É uma pergunta viável, mesmo porque a cama (depois da arrumação segundo os padrões Mel de Feng-Shui) estava muuito mais quentinha e confortável do que o normal.
A avenida Paulista estava absurdamente feia (com excessão do Deh) e sem graça, e o cinema perto do Paraíso é uma merda.
Descobri que não só o meu photoshop é temperamental. Photoshops me odeiam!
Estou passando mal.
junho 06, 2007
Capricórnio
junho 03, 2007
Ode à Maldade.
Muitas coisas ‘fofas’ se incorporam ao nosso cotidiano, e diversas vezes nos sentimos atraídos por elas. Exemplos disso é a linguagem ‘miguxês’, o Teatro Mágico, seguidores da Amelie Poulain, entre outros.
Como então, distinguir as verdadeiras criaturas ‘cutes-cutes’, boazinhas, cheias de amor no coração; das malévolas, coração de pedra e línguas felinas ????
Simples – quer dizer, não tão simples assim – veja o sentido forçado da coisa.
Essa criatura que vos escreve este texto. É uma malévola assumida. Assustou??
Adoro o teatro mágico, e Amelie Poulain é um filme ótimo – mas descobri que, isso não afeta em nada na minha vida, não me faz mais boazinha e menos pé o chão (frustrante não!?).
Viva a ‘maldade’ que há dentro do meu coraçãozinho, e o ‘mela-mela’ que existe no coração dos miguxos e miguxas do meu Brasil.
E... paz e amor é o C@*%&¨#$!
O mundo precisa de consciência e revoluções internas!
Poupem meu saco!!!!
Tenho dito.
maio 31, 2007
Fragmentos Históricos - Parte I
É até meio chato falar sobre a história deste texto, então vamos pular esta parte que me deixou meio down nos últimos 30 minutos.
Que se cultivam por que são raros. Isto é só.
Este poema é bem mais recente. Bem para quem não sabe eu também faço poemas. Meus poemas - eu me lembro bem - pareciam mais clamores de morte e tristeza no início, e foram ficando melhores com o passar dos anos. (Infelizmente meus primeiros poemas estão naqueles cadenos, que não estão no meu poder!)

Se eu não me engano, este poema, como muitos outros foram escritos ao som de "Fake Plastic Trees" do Radiohead.

"She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love
But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run
And it wears me out, it wears me out
It wears me out, it wears me out
And if I could be who you wanted
If I could be who you wanted
All the time, all the time"
Aiii, que fossa! Mas a melhor fossa é a que permanece ao som do Radiohead!!!
Mas, se ainda existe algo que permanece ao tempo, na alma é esta música. Minha preferida e ironicamente a primeira folha do meu caderno. Com certeza absoluta, ela se fez presente nos últimos anos da minha vida.
O que importa é que "Nothing Else Matters", e como diz Patrick Estrela: é impossível evitar o inevitável.

Em breve, teremos mais lembranças memoráveis de um tempo que não volta mais!!! É muito bom relembrar!
Obs: Foram usados imagens originais, pois as escrever somente no blog não deixariam os fatos tão reais.
maio 30, 2007
Ode à Liberdade.
Revoluções foram fatos que propiciaram ao mundo como conhecemos hoje, com todas as qualidades, e porque não - defeitos; Heróis foram aqueles que lutaram cegos por um ideal, e certamente venceram.
Lutar, revolucinar - palavras bonitas para um discurso, mas que hoje não fazem mais tanto sentido como antigamente.
Hoje em dia o máximo que vemos é um 'bando' ocupando a reitoria da USP em prol de algumas melhorias - estas duvidosas. As pessoas que 'reivindicam' são as mesmas que depredam os prédios da universidade e perturbam a paz de quem, discutivelmente quer estudar.
Sejamos sensatos, vivemos no regime egocêntrico, em que só lutamos por causas que favoreçam nosso próprio umbigo - quando lutamos - , e estamos cada vez mais cegos e alienados.
Onde está nosso humanismo? Nossa revolução interna? Lutar ainda existe no nosso dicionário?
Preocupe-se em ocupar reitorias da sua alma, e ver além de pequenas causas que ninguém dá a mínima importância. Mate o mal pela raíz - não tente só cortar a folhagem.
Grandes revolucionários prezam grandes feitos. Pessoas grandes sabem que o progresso depende de cada minuto de êxtase.
Levando as últimas consequências; liberdade, igualdade e fraternidade é um discurso muito viável no mundo das idéias, mas de fato a opressão, desigualdade e hipocresia são a nossa verdadeira realidade.
As teses para melhoria do mundo são inúmeras, mas o que de fato importa é a efetiva trasformação.
Meu maior desejo é que os jovens - estes cada vez mais acomodados pela adolescência tardia anuladora de responsailidades - recuperem sua consciência e possam expelir a ânsia de novos ápices revolucionários - se é que eles ainda existem.
Tijolos e argamassas do muro à parte - hoje só é submisso quem quer.

maio 27, 2007
Ensaios sobre a vida urbana na metrópole
Estou vivendo em uma grande metrópole, a cinzenta São Paulo – e porque não dizer: incansavelmente distante.
Devo deixar claro que – mantenho um amor incondicional por esta grande imensidão de prédios e conjunturas, músicas e semitons loucamente incontroláveis, diversidades e saiba que isto para mim é tudo – e não – somente isso. Viver aqui é um desafio (sem clichês): estamos numa selva.
Devemos manter a direção de nossas vidas, e ao mesmo tempo não permitir que o temido sistema nos inclua no grupo ‘deixa a vida me levar, vida leva eu’ – sim nós lutamos para sermos excluídos, porque não?.
Desassossegados, esta é a palavra.
Fazes parte dos excluídos desassossegados que pastam pelo bem além do próprio umbigo??
maio 24, 2007
Estatuto do Homem
Artigo 1
Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida e de mãos dadas marcharemos todos pela vida verdadeira;
Artigo 2
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, tem direito a converter-se em manhãs de domingo;
Artigo 3
Fica decretado que a partir deste instante, haverá girassóis
em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra e que as janelas devem permanecer o dia inteiro abertas para o verde onde cresce a esperança;
Artigo 4
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem, que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu; parágrafo único, o homem confiará no homem como um menino confia em outro menino;
Artigo 5
Fica decretado que os homens estão livres do julgo da mentira, nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem armadura de palavras, o homem se sentará a mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa;
Artigo 6
Fica estabelecida durante dez séculos a pratica sonhada por Isaías que o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora;
Artigo 7
Decreta e revogada, fica estabelecido o reinado permanente da justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre desfraudada da alma do povo;
Artigo 8
Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá a planta o milagre da flor;
Artigo 9
Fica permitido que o pão de cada dia que é do homem o sinal
de seu suor, mas que sobretudo tenha sempre o quente sabor da ternura;
Artigo 10
Fica permitido a qualquer pessoa, qualquer hora da vida o
urro do trai branco;
Artigo 11
Fica decretado por definição que o homem é o animal que ama, e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã;
Artigo 12
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com imensa begonia na lapéla;
parágrafo único, só uma coisa fica proibida, amar sem amor;
Artigo 13
Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar um sol das manhãs de todas, expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de tentar e a festa do dia que chegou;
Artigo Final
Fica proibido o uso da palavra liberdade, a qual será subrimida dos dicionários e do pantano enganoso da dor, a partir deste instante, a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.
A ortografia também é gente.
Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse. Sim, porque a ortografia também é gente.
A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha."
(Fernando Pessoa, Livro do desassossego)
maio 23, 2007
O gosto do meu dia é de...
desejos renunciados...
músicas insanas...
insanidades musicais...
fome...
guerras...
corrupção...
sorrisos e risadas...
nascimentos...
mortes...
felicidade...
nostalgia...
Sem dúvidas, o gosto do meu dia é a junção de dias passados, coisas boas e ruins, críticas (consrutivas ou não)...
Meu dia tem a ver com o seu, e vice versa... afinal - não estamos sós.
maio 20, 2007
É Veríssimo!
Eu ainda preciso mudar meu jeito 'bola de neve' de ser (subentende-se: uma pessoa que para 'explodir' precisa de um conjunto de fatos concretos, que unidos provocam reações adversas).
Altamente saturada de erros de Português ridículos no nosso dia-a-dia, cansada de pessoas que se acham a última bolacha do pacote, pessoas sem personalidade e clichês.
Isto é suficiente?
Não obstante, ainda, existem pessoas neste mundo que, se consideram SELETIVAS (vulgo: excluídas), para não dizer menospresadas. Por favor, não tente dizer a verdade para este tipo de pessoa, o déficit de atenção e a verdade pode causar reações quase subversivas.
Eu só quero deixar uma coisa bem clara: Sim, eu sou extremamente egoísta, egocêntrica, coração de pedra e afins. Eu só procuro quem me faz bem, e quem eu considero.
Portanto, acho que mais explicações são desnecessárias.
Se você ainda quiser ser SELETIVO, procure escolher pessoas com mais paciência da próxima vez, ou que estejam com vontade de rir - de uma verdadeira piada.
Odeio isso, mas enfim: FODA-SE! (ás vezes ligar este botão custa, mas existem situações que pedem!)
Finalizo com o incrível Érico Veríssimo "O oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença." - O amor é para os fracos, os bons subestimam o amor, desculpe-me, mas nesta vida eu só consigo ser boa!